Skip to main content
    Voltar ao blog

    4 de maio de 2026

    A stack que uso em 2026 (e porquê)

    Ouvir este post

    Perguntam-me muitas vezes o que uso para construir as coisas, por isso aqui fica a lista honesta — não as ferramentas mais badaladas, só as que ficam no meu stack projeto após projeto.

    Frontend

    React com TypeScript é o padrão. TailwindCSS mais shadcn/ui leva-me de página em branco a UI limpa rápido, sem lutar contra um design system que não escolhi. Next.js entra quando um projeto precisa de SSR ou SEO; para o resto, o Vite é mais leve e mais rápido para iterar.

    Backend

    Node.js com Express para a maioria das APIs — simples, bem conhecido, fácil de entregar a outra pessoa. C# e ASP.NET aparecem nos projetos .NET da Ahau Software, onde o resto do stack já vive lá.

    Dados

    PostgreSQL por defeito, com Drizzle ORM para queries type-safe que não atrapalham. Prefiro escrever uma migration a andar a depurar uma abstração mágica de ORM às 2 da manhã.

    Integrações

    Stripe para tudo o que envolve dinheiro — o LeadHunter corre inteiramente nele. MailerSend e SendGrid para email transacional, dependendo do que o cliente já tem montado.

    Porque é que isto importa

    Nada disto é exótico de propósito. Ferramentas aborrecidas e bem documentadas significam menos tempo a depurar a ferramenta e mais tempo a entregar o que o cliente realmente pediu.